domingo, 28 de setembro de 2014

Em um ano inadimplência cresceu 17,2%, mostra Serasa

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Os consumidores tiveram em agosto mais dificuldades para pagar em dia as suas dívidas do que no mesmo período do ano passado, informou o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, com alta de 17,2%. Na comparação com julho último, o resultado indica melhoria da condição financeira, com recuo de 0,2% e, no acumulado do ano, crescimento de 2,5%.

Os economistas da Serasa Experian alertam, no entanto, que essa ligeira queda entre o mês passado e o anterior embute o fato de que, em agosto, o número de dias úteis foi menor (21 ante 23), o que, naturalmente, influencia os registros de falta de pagamentos.

A alta sobre o mesmo mês de 2013, segundo os economistas, “ reflete o cenário conjuntural mais adverso neste ano no tocante à capacidade de pagamento de dívidas por parte dos consumidores: inflação mais alta, juros elevados e enfraquecimento do mercado de trabalho”.

As dívidas com os bancos caíram 0,8% em agosto sobre julho e o valor médio nos oito primeiros meses do ano recuou 6%, ao atingir R$ 1.265,15. Na mesma base de comparação, foram verificadas quedas de 18,8% no volume de títulos protestados com valor médio, em alta de 3,3% (R$ 1.428,39); de 12,7% nos cheques sem fundos e valor médio de R$ 1.715,50, 5% maior do que o registrado entre janeiro e agosto de 2013.

Dos segmentos pesquisados, cresceram, sobre julho, 2,9% as dívidas não bancárias (lojas em geral, cartões de crédito, financeiras, prestadoras de serviços como energia elétrica, água, telefonia etc.). Foi também a inadimplência que apresentou a maior elevação no valor médio do período acumulado desde janeiro (13%), com R$ 363,17.


Por: Marli Moreira

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/cobranca-2/em-um-ano-inadimplencia-cresceu-172-mostra-serasa-37087/

Bancários rejeitam proposta e entram em greve no dia 30

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Categoria não concorda com proposta de reajuste de 7% no salário e de 7,5% no piso feita pelos empregadores.

Bancários decidiram em assembleias realizadas na quinta-feira entrar em greve por tempo indeterminado no País a partir da próxima semana após os trabalhadores rejeitarem proposta de reajuste salarial feita pelos bancos, informou entidade sindical que representa a categoria.

Os bancários aprovaram decretação de greve a partir de 30 de setembro depois que sindicatos consideraram como insuficiente oferta de reajustes de 7% no salário e de 7,5% no piso da categoria. Os trabalhadores cobram aumento salarial de 12,5%, décimo quarto salário e piso de R$ 2.975,49.

O reajuste de 7% oferecido pelos bancos corresponde a 0,61% de aumento real, enquanto o reajuste do piso fica 1,08% acima da inflação, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) em comunicado à imprensa.

Os trabalhadores do setor promoveram uma greve de 23 dias no ano passado, que foi encerrada após os bancos oferecerem reajuste de 8%, com ganho real de 1,82%. A duração da greve na época fez a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pedir um acordo para o fim da paralisação, temendo perdas de até 30% nas vendas do varejo do início de outubro.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/noticias/bancarios-rejeitam-proposta-e-entram-em-greve-no-dia-30-37859/

Reter profissionais talentosos é a maior preocupação dos RHs


RH

Segundo uma pesquisa da empresa de recrutamento Robert Half, a maior preocupação dos diretores de Recursos Humanos no Brasil é a perda de bons profissionais.

De acordo com a pesquisa, que ouviu 1475 diretores de RH de nove países, sendo 100 do Brasil, 86% dos diretores de Recursos Humanos do país se disseram preocupados com retenção de talentos. O levantamento ainda apontou que 42% dos diretores de RH brasileiros se consideram “muito preocupados” com a possibilidade de perder pessoas da equipe, enquanto 44% se dizem apenas “preocupados”.

O Brasil atingiu o nível mais alto de apreensão com a perda de talentos, junto com o Chile. Em seguida, vêm Reino Unido (84%), Emirados Árabes (80%), Alemanha (77%), Bélgica (73%), França (72%), Áustria (71%), Suíça (71%) e Holanda (66%).

Outro estudo, também da Robert Half, realizado com 1185 diretores financeiros, apontou que 20% dos gestores brasileiros consideram que um profissional que muda de emprego cinco vezes, em um período de 10 anos, pode ser considerado um profissional “pula-pula”. Quase todos os gestores pesquisados, 95%, disseram que considerariam a possibilidade de excluir do processo seletivo um candidato com esse perfil. De acordo com 18% dos gestores, 7 mudanças já seriam suficientes para categorizar um profissional como “pula-pula”, 15% consideram 3 e outros 15% acreditam que 10 trocas são um número alto de mudanças profissionais. Na média mundial, 22% também apontam cinco mudanças.

No Brasil, as três principais estratégias para retenção de talentos são: aumento de remuneração (60%) , melhoria e benefícios flexíveis (54%) e treinamento e desenvolvimento profissional (49%).


Veja os países mais preocupados com a perda de talentos:

1º Brasil (86%)

1º Chile (86%)

2º Reino Unido (84%)

3º Emirados Árabes (80%)

4º Alemanha (77%)

5º Bélgica (73%)

6º França (72%)

7º Áustria (71%)

7º Suíça (71%)

8º Holanda (66%)


Fonte:http://exame.abril.com.br/blogs/blog-da-voce-sa/2014/09/24/perda-de-profissionais-talentosos-e-a-maior-preocupacao-dos-rhs/

terça-feira, 23 de setembro de 2014

6 DICAS PARA FUGIR DO ESTRESSE DO TRABALHO


PESQUISAS APONTAM O TRABALHADOR BRASILEIRO COMO UM DOS MAIS ESTRESSADOS DO MUNDO

Pressão por resultados, entregas em prazos curtos, longas jornadas de trabalho, reuniões intermináveis, chefe chato, falta de reconhecimento. A lista de motivos que podem deixar um profissional estressado é enorme. Segundo uma pesquisa realizada pela empresa de recrutamento Robert Half em 2013, o brasileiro é o profissional mais estressado do mundo. O motivo principal é o excesso da carga de trabalho, que traz fadiga mental, mudança de humor, alteração de peso e sono pouco repousante.

A pesquisa foi feita em 13 países com diretores de grandes empresas. No Brasil, 42% dos entrevistados afirmaram que os funcionários sofrem de estresse e ansiedade, número acima da média mundial, que é de 11%. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o país fica em segundo lugar, atrás apenas do Japão.

Nesta terça-feira (23/09), Dia Mundial de Combate ao Estresse, Época NEGÓCIOS conversou com o especialista em gestão do tempo e produtividade Christian Barbosa para tentar entender os motivos, os efeitos e as soluções para algo que tem tirado o sono, literalmente, dos executivos.

Para Barbosa, existem três motivos que transformam a população brasileira em uma das mais estressadas do mundo: o trabalhador brasileiro deixa tudo para a última hora e, quanto maior o número de tarefas atrasadas, maior o estresse. O brasileiro tem de lidar com a imprevisibilidade da economia, o que faz com que as empresas mudem de prioridades muitas vezes e pode levar a cortes e demissões. A maioria dos moradores do país tem de conviver com fatores externos estressantes, como o trânsito, a falta de segurança pública, um sistema de saúde pública precário, entre outros.

Para identificar se você faz parte do grupo dos estressados, Barbosa sugere que o profissional analise a qualidade do trabalho realizado recentemente e a saúde. Um dos primeiros sintomas do estresse é um aumento do volume de erros cometidos no dia a dia. "Se ele é crônico, passa a afetar o sistema imunológico – o profissional começa a sentir fortes dores de cabeça com mais frequência, o colesterol aumenta etc. Alguns casos levam à síndrome do pânico e até depressão. Mas o sintoma mais claro do estresse é quando a pessoa deixa de ter tempo para si.”

Parte da solução para o estresse é investir no lazer. “Faça coisas para distrair, coisas que você gosta. Tem que achar algo que, quando você estiver fazendo, esqueça de tudo – uma válvula de escape. Outra dica é se alimentar bem e comer alimentos saudáveis”, afirma.

Veja abaixo algumas dicas de Christian Barbosa para combater o estresse:

1. Descubra como você utiliza seu tempo - Saber a forma como você usa o seu tempo ajudará na hora de se planejar. Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia e calcule a duração de cada tarefa para checar se dá tempo de fazer tudo. Ordene a sequência de execução e trabalhe focado nesta lista.

2. Planeje-se! – Tenha mais tempo para a vida pessoal e priorize aquilo que você quer. Para isso, planeje sua semana com antecedência, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

3. Use uma agenda – Anotar suas obrigações faz com que você tire as pendências da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

4. Limite seu horário de trabalho – Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional. Se fosse uma obrigação sair exatamente no seu horário, com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses “limitadores”.

5. Ache um hobby – Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda.

6. Organize seu local de trabalho - Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações. Isso é muito tempo perdido.


Fonte:Época Negócios

Telefonia tem índice negativo de satisfação do usuário Estadão Conteúdo



O serviço de telefonia não vem agradando os consumidores. Segundo o Consumer Commitment Index (CCI), calculado pelo Centro de Inteligência Padrão, o índice que mede a satisfação com o setor de telecomunicação ficou negativo pelo segundo ano seguido. O índice de 2014 ficou em -10 pontos, enquanto em 2013 havia sido de -4 pontos.

Desde 2012, quando a pesquisa começou a ser realizada, o indicador apresenta queda. Dentro do setor de telecomunicação foram avaliados os serviços de telefonia móvel e fixa, internet móvel e fixa e TV por assinatura. Todos os itens registraram queda da satisfação do consumidor e obtiveram resultados negativos, de até -20 pontos como é o caso da internet móvel. A exceção ocorreu na categoria "TV por assinatura" que, apesar da queda, teve CCI de 9 pontos.

VarejoO CCI é calculado pela diferença entre os consumidores totalmente satisfeitos e que recomendam a empresa ou marca e os totalmente insatisfeitos e que não fariam indicação. Quanto maior a insatisfação/não recomendação, menor o CCI. A pesquisa envolveu 5.868 entrevistas online.

Além de telecomunicações, também foram avaliados o setor financeiro e o varejo. No setor de varejo foram analisados os segmentos: têxtil, eletro, super/hipermercado e concessionárias. O destaque ficou com o super/hipermercado que manteve o índice positivo nos três anos de pesquisa (2, 8 e 4 pontos, respectivamente). O setor têxtil também chama a atenção pela satisfação ter crescido de 4 pontos em 2012 para 27 pontos.

No setor financeiro são quatro segmentos: banco, cartão de crédito, seguro automobilístico e seguro residencial. O CCI de seguros foi mensurado pela primeira vez este ano e apresentou números positivos, mesmo não havendo base histórica comparativa. Os itens bancos e cartão de crédito mostram significativo aumento este ano em relação a 2013 - subindo de 1 para 18 pontos, e de 5 para 22 pontos, respectivamente. Apesar do crescimento de um ano para cá, a satisfação dos clientes em relação ao cartão caiu, se comparado ao índice de 2012.

Fonte:http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/09/telefonia-tem-indice-negativo-de-satisfacao-do-usuario.shtml

Cinco motivos para investir em PABX IP na nuvem


Redução de custos, otimização de espaço, integração, segurança e produtividade são os motores listados pela IPCorp para motivar um call center a migrar para a telefonia IP na nuvem.


A competitividade e o alto volume de chamadas diárias em um call Center, seja de vendas, atendimento ou cobrança, demanda por soluções que otimizam a rotina dos operadores, especialmente nas pequenas e médias empresas (PMEs). Entre as principais tendências está a integração do PABX com servidores em nuvem terceirizados, que diminuem a infraestrutura necessária na sede da empresa e potencializa os recursos utilizados nos processos, disponíveis a valores acessíveis. A IPCorp Telecom apresenta cinco motivos para um call center investir em cloud:

Redução de custos – A contratação de um data center por valores mensais acessíveis dispensa investimentos em compra de hardwares servidores e reduz custos com infraestrutura, manutenção e mão de obra, permitindo o redirecionamento do orçamento para outras áreas.

Otimização de espaço – Os servidores em nuvem ficam alocados nos espaços das empresas contratadas, em ambiente adequadamente refrigerado e seguro. Enquanto isso, a empresa de call center pode alocar um maior número de atendentes para as operações.

Integração – Um call center pode utilizar várias ferramentas em conjunto, como discador inteligente, e-mail e SMS, todos interligados a um banco de dados na nuvem. Além de facilitar o trabalho do atendente, que pode ter acesso ao histórico do cliente, por exemplo, aprimora a experiência do consumidor.

Segurança – Por trabalhar com os serviços de voz e dados, o PABX em nuvem gerencia todos os processos com maior segurança. É possível gravar as chamadas, bem como implantar uma Unidade de Resposta Audível Inteligente (URA), que realiza o atendimento automático no caso de uma televenda e blinda os dados do cartão do cliente contra o acesso de terceiros.

Produtividade – Um servidor em cloud possibilita ao usuário logar remotamente, a qualquer hora do dia ou da noite, via Internet 3G, bastando inserir IP, ramal e senha, e envia ao gestor relatórios completos de produtividade. Pode representar uma importante alternativa em dias de greve de transporte público, por exemplo. Permite, ainda, avaliar quantos funcionários estão disponíveis, em atendimento ou ausentes, além de mensurar custos em ligações e tempo gasto, entre outros.

Fonte:http://www.ipnews.com.br/telefoniaip/index.php?option=com_content&view=article&id=31663:cinco-motivos-para-investir-em-pabx-ip-na-nuvem&catid=58:voip&Itemid=565

Em entrevista exclusiva, CEO da EOS no Brasil fala sobre a fusão com a HOEPERS, diversificação dos negócios e desafio das empresas para 2015

Em entrevista exclusiva, CEO da EOS no Brasil fala sobre a fusão com a HOEPERS, diversificação dos negócios e desafio das empresas para 2015
Fundada em 1982, em Porto Alegre, como HOEPERS Recuperadora de Crédito S.A., foi adquirida pelo EOS Group em 2011. O Grupo EOS é um dos líderes mundiais na prestação de serviços financeiros. O seu principal negócio é a gestão de contas a receber. A EOS oferece alto padrão na prestação de serviços de cobrança e na preservação do relacionamento entre clientes e credores.

Dentro deste contexto internacional, a EOS HOEPERS desenvolve soluções inovadoras em cobrança, atendimento ao cliente, televendas, compra de carteira de recebíveis e cobrança internacional.

Em entrevista para o Blog Televendas & Cobrança, o Diretor Presidente, Sergio Gouveia, com mais de vinte anos de experiência no setor de crédito e cobrança (BPO), nos fala sobre a evolução da EOS HOEPERS na busca por um caminho de sucesso.

1 – Blog Televendas & Cobrança – Quais são os princípios que orientam o Grupo EOS?

Sergio Gouveia – Eles estão voltados principalmente para ética e para transparência com os clientes e colaboradores.

2 – Blog Televendas & Cobrança – Quais foram as principais mudanças na empresa depois que foi adquirida pelo Grupo EOS?

Sergio Gouveia – Começamos com os ajustes da parte financeira, adaptamos os recursos financeiros da empresa dentro do padrão internacional de contabilidade para que tudo fizesse parte de um único conceito global que nós temos de fechamento do resultado mundial. Começamos a trazer nossas experiências de outros países em termos de operação, oportunidades que em alguns mercados foram bem sucedidos com a EOS, na tentativa de avaliar isto dentro do Brasil. Na sequência, olhamos a diversificação de negócios da empresa no Brasil, procuramos reposicioná-la em novos mercados e, saindo de um conceito unicamente voltado para recuperação de contas vencidas, entramos em um ciclo de soluções dentro do mercado de crédito e cobrança, desde o momento que gera a cobrança, passando pela fase de risco, faturamento, contas a receber, consultoria, atendimento e treinamento.

3 – Blog Televendas & Cobrança – Analisando de um modo geral, a economia de 2014 está sendo fraca. O que a EOS HOEPERS tem feito pelos clientes para contornar esta situação?

Sergio Gouveia – Já deparamos com situações semelhantes em vários países e isso nos traz uma grande experiência. Esta instabilidade que estamos passando no Brasil vem de encontro ao reposicionamento da empresa. Na medida que começamos a olhar o ciclo de negócios do nosso cliente, entendemos que podemos ajudá-lo a minimizar os riscos e não apenas trabalhar o fato em si que é a conta vencida. Podemos ajudá-lo a tomar uma posição mais assertiva e não apenas lidar com a inadimplência que até então era o foco principal da empresa. O mercado maduro em termos de crédito é aquele que reavalia todos os processos desde quando é gerada a venda e não apenas no risco da decisão do crédito e da inadimplência. É um momento bastante favorável pra EOS no Brasil quando ela se posiciona como uma provedora de soluções integradas no ciclo do negócio do cliente.

4 – Blog Televendas & Cobrança – O segmento de serviços no qual os contact centers e assessorias de cobrança estão posicionados é um dos mais competitivos do país. Quais são as tendências que observa para os próximos anos?

Sergio Gouveia – Entendemos que no Brasil há um espaço muito grande em termos de melhoria dentro deste mercado que é o aspecto voltado para a qualificação dos nossos profissionais. Estou falando de todos os níveis hierárquicos, desde o operador até o top management. No Brasil houve uma evolução muito grande em termos de tecnologia, de serviços um pouco mais modernos nessa área, mas pouco evoluiu em qualificação humana. É nisso que a EOS vai apostar bastante e acredito que, para os nossos funcionários que estão conhecendo essa metodologia, tem sido uma grata surpresa.

5 – Blog Televendas & Cobrança – Recentemente a EOS HOEPERS ampliou seu portfólio de serviços e iniciou a nova operação de Televendas em Porto Alegre. Quais são os principais planos e diferenciais que a empresa prepara para 2015?

Sergio Gouveia – A parte de televendas foi o primeiro ponto dessa diversificação de serviço dentro da empresa. Nós já temos alguns contratos pré-fechados com algumas empresas na área de televendas. Essas empresas tem uma grande expectativa que a gente possa trazer essa qualificação maior em termos de pessoal. Não vejo uma preocupação no segmento de televendas com relação a parte tecnológica ou de processos, mas nossos clientes esperam que traga um diferencial no resultado da qualificação do pessoal. Nosso planejamento prevê a ampliação de serviços de call center, como atendimento, help desk e serviços de call center internacional atendendo parte dos nossos clientes que temos em vários continentes.

6 – Blog Televendas & Cobrança – A EOS HOEPERS utiliza algum modelo de gestão do conhecimento internacional para práticas no mercado brasileiro?

Sergio Gouveia – Cada país tem a sua cultura de negócios, mas há detalhes que são aplicáveis para ambos. O grande benefício de trazer soluções estrangeiras está na questão de gerenciamento de pessoas. Observamos que no Brasil a gestão de pessoas sendo feita de uma forma bastante semelhante entre as empresas e estamos trazendo algo diferente que nossos funcionários já estão reconhecendo como inovadores e interessantes porque traz uma nova motivação pra eles.

7 – Blog Televendas & Cobrança – Hoje, um grande problema do mercado brasileiro é a falta de mão de obra qualificada em planejamento de call center. Quais são as estratégias adotadas para promover um bom ambiente de trabalho na EOS HOEPERS?

Sergio Gouveia – Nosso novo planejamento estratégico que deve sair do papel e ser colocado em prática até o final do ano. Qualificação é um desafio e as empresas precisam aprender a lidar com a falta de mão de obra qualificada. Estamos criando a nossa própria metodologia para formarmos novos profissionais dentro de um novo conceito inovador no mercado brasileiro. Os profissionais não apresentam uma preparação adequada independente da experiência que alegam ter no segmento e percebemos que um trabalho mais próximo do profissional facilita o desenvolvimento de toda a sua potencialidade. O que percebemos no Brasil é que a maioria dos profissionais de call center desconhecem o talento que possuem. Temos uma metodologia que conseguimos extrair este talento.

8 – Blog Televendas & Cobrança – Um dos principais problemas encontrados pelas empresas de atendimento ao cliente é a redução da recuperação relacionada aos altos turn over (TO) e absenteísmo de seus operadores, prejudicando a assessoria de cobrança e o cliente contratante. Quais ações são realizadas pela EOS HOEPERS para reduzir estes impactos? Isso inclui uma diferenciação no salário pago aos operadores?

Sergio Gouveia – Como nosso foco principal no momento é a gestão de pessoas, estamos trabalhando de forma bastante ativa nas questões de turn over e absenteísmo. Temos diminuído estes números da empresa, até porque a filosofia da EOS no Brasil traz um discurso bastante transparente com nosso funcionário onde ele tem a oportunidade de dialogar com todos os níveis da empresa, inclusive a presidência, onde conseguimos desencadear processos de comunicação mais efetivos no nosso cotidiano. Esta integração entre todos os níveis hierárquicos da empresa tem contribuído muito pra diminuir o absenteísmo e o turn over.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/entrevista/em-entrevista-exclusiva-ceo-da-eos-no-brasil-fala-sobre-a-fusao-com-a-hoepers-diversificacao-dos-negocios-e-desafio-das-empresas-para-2015-37504/

AlmavivA é destaque em estudo exclusivo




O Grupo Padrão anunciou o resultado do estudo “Panorama Brasileiro do Setor de Relacionamento com Clientes 2014”, desenvolvido pelo Centro de Inteligência Padrão, que elegeu a AlmavivA do Brasil como a melhor empresa nas categorias “Operação de SAC” e “Operação de Retenção & Fidelização”. O anúncio foi feito durante o jantar de abertura do CONAREC 2014 (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), em São Paulo/SP.

O levantamento adotou metodologia quantitativa e qualitativa, avaliando o desempenho das empresas do setor a partir dos mais avançados parâmetros de avaliação de percepção e satisfação, além de identificar e analisar de forma detalhada e aprofundada as principais práticas e tendências do segmento.

“Ficamos muito honrados com a homenagem e o reconhecimento dos nossos contratantes. O resultado deste estudo mostra que estamos sendo bem sucedidos no desenvolvimento de serviços de Gestão de Relacionamento com o Cliente com qualidade, inovação e eficiência”, diz Giulio Salomone, vice-presidente do conselho de administração da AlmavivA do Brasil.

O processo de coleta dos dados foi realizado pela aplicação de questionários específicos e da realização de entrevistas com os principais contact centers do país e de executivos responsáveis pelas áreas de relacionamento com clientes dos maiores setores contratantes do Brasil, como bancos, cartões, telecomunicações, TV por assinatura, energia elétrica e internet. Os critérios avaliados foram qualidade, preço, escalabilidade e atendimento.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/noticias/almaviva-e-destaque-em-estudo-exclusivo-37338/

Transações do Bradesco Celular ultrapassam atendimento pelo call center

Transacoes-do-bradesco-celular-ultrapassam-atendimento-pelo-call-center-televendas-cobranca
O Bradesco Celular registrou a marca de 870 milhões de transações em 2013, um crescimento de 130% em relação ao ano anterior. O número ultrapassa o total operações realizadas pelo tradicional serviço de call center do banco, o Fone Fácil Bradesco. Mensalmente, cerca de 88% do total de transações feitas no Banco são feitas por meio dos Canais Digitais. Deste total, 10% são pelo Bradesco Celular.

Hoje, 3,2 milhões de clientes utilizam o celular para fazer suas operações bancárias. É quase o dobro se comparado a 2012 e corresponde a 10% do total de clientes do Bradesco. “O celular é o canal de relacionamento com o cliente que mais cresce entre todas as opções de autoatendimento que o Banco oferece. Nossa expectativa é de que 6 milhões de correntistas adotem o smartphone como forma preferencial de acesso ao Banco até o final deste ano”, diz Maurício Minas, vice-presidente do Bradesco.

Entre os serviços mais utilizados estão, pela ordem, transferências, pagamentos e operações via home broker. No total, o volume transacionado pelo Bradesco Celular no ano passado foi de R$ 5,6 bilhões, 400% superior a 2012.

O Bradesco disponibiliza opções de aplicativos que cobrem cerca de 80% das necessidades dos clientes. São 22 aplicativos para iPhone, 16 para iPad e 13 para Android, além daqueles oferecidos para Windows Phone e BlackBerry. Cada um desses aplicativos foi desenhado para oferecer, além de transações bancárias comuns, outros serviços de interesse do usuário.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/noticias/transacoes-do-bradesco-celular-ultrapassam-atendimento-pelo-call-center-36876/

Se você ficasse muito pobre do dia para a noite, poderia ser feliz de novo?



Por: Gabriela Mateos

Você já parou para pensar no que você realmente dá valor na sua vida? São seus amigos e os momentos que você passa com eles, ou o carro que você tem? Algumas pessoas podem até falar que o que realmente importa para elas são as relações, os chamados “bens emocionais”. Mas, se perderem tudo de material que conquistaram, do dia para a noite, passam a ficar extremamente infelizes imediatamente. E se a situação não melhora com o tempo, a tristeza não vai embora.

Essa foi a principal conclusão de uma pesquisa desenvolvida da Universidade de Economia de Luxemburgo, conduzida pelo professor Conchita D’Ambrosio e seus colegas da França e da Itália.

“É de se esperar que os pobres estejam menos satisfeitos com a vida do que as pessoas cheias de bens materiais, mas queríamos testar se a felicidade poderia ser recuperada com o tempo”, explicou o professor D’Ambrosio.

Para desenvolver esse estudo, o professor analisou uma série de dados e fez entrevistas com mais de 45 mil pessoas que viveram na Alemanha entre 1992 e 2011. O resultado foi que, de uma forma geral, as pessoas não mostraram nenhum sinal de adaptação à nova realidade de pobreza material, permanecendo perdidas em um mundo de tristeza.

A equipe do professor D’Ambrosio confirmou que essa conclusão era verdadeira mesmo quando utilizaram definições diferentes de pobreza e levaram em conta eventos como desemprego, luto, invalidez e aposentadoria. E, embora este estudo se baseie na autoavaliação dos participantes quanto a seu próprio bem-estar, isso tem se mostrado uma medida bastante confiável em outras pesquisas.

Assim, segundo esse estudo, uma grave queda na renda familiar possui o mesmo efeito negativo sobre bem-estar do que terminar um relacionamento, por exemplo. E a felicidade permanece em baixa, pelo tempo que a renda estiver também.

Novas perspectivas

Esta descoberta é uma valiosa contribuição para o debate sobre se o dinheiro é a fonte da felicidade ou não. Para fazer um comparativo, os pesquisadores desenvolveram uma série de estudos sobre o que acontece quando a renda aumenta. E não descobriram grandes novidades: pessoas mais ricas são mais satisfeitas com suas vidas.

Mas tem um porém: uma vez que um determinado ideal de renda é alcançado, a felicidade aumenta em taxas decrescentes.

“Embora possa ser verdade que mais dinheiro não tenha um efeito duradouro no bem-estar das pessoas, a queda na renda que leva à pobreza nunca é esquecida”, concluiu o professor D’ Ambrosio.

E para você: o que realmente importa? Se você ficasse absolutamente pobre da noite para o dia, se tornaria uma pessoa infeliz também?

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/gestao/se-voce-ficasse-muito-pobre-do-dia-para-a-noite-poderia-ser-feliz-de-novo-36890/