segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Bate recorde o número de inadimplentes no país

57 milhões de pessoas têm dívidas em atraso. Número é maior do que o verificado em agosto de 2013. Aumento deve-se ao endividamento do consumidor e ao descontrole ao assumir dívidas

O número de pessoas inadimplentes bateu recorde este ano. Levantamento inédito da Serasa Experian aponta que 57 milhões de brasileiros têm dívidas em atraso e, por isso, tiveram o nome incluído na lista de inadimplentes. O número é maior do que o verificado em agosto de 2013, quando foram registrados 55 milhões. No mesmo mês de 2012, eram 52 milhões de pessoas.

De acordo com os especialistas da Serasa Experian, o aumento do número de inadimplentes deve-se ao crescente endividamento das famílias e ao descontrole do consumidor ao assumir novos financiamentos, sem considerar as contas fixas mensais e outras dívidas já contraídas. Parcelamento de compras com juros altos (como de imóveis e carros), bem como as altas taxas cobradas pelo uso do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito, também são fatores que comprometem o orçamento e ajudam a levar as famílias para o caminho da inadimplência. As dívidas não bancárias, como carnês de lojas e aquelas contraídas junto aos bancos, foram as principais responsáveis pela alta da inadimplência.

O estudo da Serasa Experian também aponta que 60% dos inadimplentes têm contas mensais a pagar que custam acima de 100% de sua renda mensal. Além disso, 53% dos endividados acumulam até duas dívidas não honradas.

Apesar dos índices elevados, a situação não é alarmante. “O patamar da inadimplência poderia ser superior, mas a evolução da renda e o desemprego baixo estão atenuando este cenário. A atual situação é preocupante, pois revela que do total da população brasileira com 18 anos ou mais (144 milhões de pessoas), cerca de 40% está inadimplente. Mas não é alarmante, pois o volume de dívidas da maioria (2) não é alta. A situação, no entanto, exige acompanhamento com atenção dobrada”, afirma o superintendente de Informações sobre Consumidores da Serasa Experiam, Vander Nagata.

Para o superintendente, a tendência crônica ao descontrole deve ser combatida com educação financeira. “Transformar o conhecimento básico sobre educação financeira em comportamento consciente, evitando a compra por impulso ou para ostentação, é o desafio do brasileiro, que hoje gasta mais do que ganha e não poupa, apesar de ter consciência da importância destas atitudes.”

Por outro lado, ao credor faltam informações para uma avaliação mais precisa da real capacidade de pagamento, contemplando o nível de endividamento que o cliente já possui. “Pelo lado do credor, verifica-se a falta de informação sobre o real nível de endividamento das pessoas. As empresas devem se cercar de ferramentas que reduzam o risco na hora da concessão de crédito”, alerta o superintendente.

“O crédito é um poderoso instrumento para o desenvolvimento econômico, mas se for pago. Se houver calote é prejudicial, pois destrói valor e afeta a qualidade de vida dos cidadãos, que passam a enfrentar as dores de cabeça do superendividamento, e de toda a cadeia produtiva. Empresas, sociedade civil organizada e governos devem encarar o grande desafio de educar financeiramente nossos consumidores”, aponta Vander Nagata.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/cobranca-2/bate-recorde-o-numero-de-inadimplentes-no-pais-36698/

Fatores de sucesso para uma cobrança eficiente


Devemos começar pensando na participação dos funcionários no processo de crescimento, afinal, o chamado grupo de colaboradores que compõe uma empresa é a “alma” do negócio, e é a partir deles que devem surgir ideias, sugestões, melhorias e críticas para um trabalho de qualidade. Cabe ao líder incentivar sua equipe e demais áreas a vestir-se da organização e lutar pelo seu sucesso.

Uma boa opção para auxiliar sua equipe na conquista de resultados, é utilizar o recolhimento de dados estratégicos do cliente (como idade, preferências de compra, renda mensal etc.), os quais servirão de embasamento para que a empresa saiba que produto ou serviço oferecer, para quem e o momento certo de fazer isso.

Em seguida, analisamos a localização de devedores. O uso de ferramentas alternativas hoje é essencial para uma cobrança de forma massificada, garantindo menor custo de operação. Já o uso de centrais de atendimento, que são mais caras, pode ser concentrado na recepção de ligações de clientes interessados em fazer acordo. Neste cenário, as ferramentas que proporcionam e facilitam o refinamento das estratégias nas operações são tendências em tecnologia para este tipo de operação.

Os dados, quando assertivos, apresentam-se como diferencial nas empresas, uma vez que informações com qualidade permitem otimizar a produtividade com velocidade, inclusive sendo um importante fator motivacional da operação que consegue atingir metas, e ao final do processo, serem também consideradas um índice de lucratividade.

Outro fator que merece bastante atenção é obter uma telefonia sem falhas, para isso, é necessário estabelecer uma meta de chamadas diárias. Quanto maior o número de contatos feitos em um dia, maior a probabilidade de recuperar débitos ou compor negociações. A persistência no processo de cobrança é fundamental. Mas para evitar que a persistência se torne um incômodo e rejeição pelo devedor, o cobrador deve ser cortês e profissional, sendo o elo entre a empresa e o devedor.

Para a cobrança ser bem sucedida, é necessário profissionais capacitados, cadastros higienizados e enriquecidos, ferramentas de localização mais abrangentes e procedimentos e processos internos eficientes e controláveis. A descontinuidade é um grande inimigo do sucesso. Portanto, é fundamental a permanente manutenção e monitoramento das estratégias e processos já implementados.

Conheça gratuitamente a ferramenta de atualização cadastral da Sistemas TH através do endereço: http://www.sistemasth.com.br/contato.php

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/cobranca-2/fatores-de-sucesso-para-uma-cobranca-eficiente-36714/

domingo, 14 de setembro de 2014

Os clientes não são mais os mesmos


Atender bem o cliente é uma arte. Nas lojas, os vendedores precisam atingir suas metas de vendas ou aumentar seu rendimento com as comissões, mas não podem simplesmente “empurrar” um produto, no qual o cliente nem está interessado. Este é um jogo de equilíbrio entre a necessidade de se realizar uma venda a curto prazo – e com isso conseguir a aguardada comissão – e o desejo de fidelizar um cliente, garantindo vendas futuras. O que fazer então?

Certamente, fidelizar um cliente é a melhor opção, mas é difícil convencer seus vendedores desta realidade quando eles pensam, querem e precisam de dinheiro. A lógica diz que ele não vai querer deixar de atender 20 clientes ao dia, tentando vender todo tipo de produto, para se dedicar a uma quantidade menor de clientes que podem ou não trazer um benefício a longo prazo. Temos que entender esta premissa, mas explicar que às vezes uma venda menor, mas bem feita, pode render novas compras deste mesmo cliente e de outras pessoas, que serão indicadas pelo consumidor satisfeito. Isso é fidelização. É ela quem faz um consumidor sempre procurar a mesma loja ou o mesmo vendedor para realizar suas compras.

Se, pelo contrário, o vendedor tem uma postura mais insistente e consegue convencer o cliente a comprar um produto em que ele nem estava interessado a princípio, existe uma chance enorme de ele se arrepender desta compra e passar a ver a loja com uma perspectiva negativa. Este tipo de ação é muito ruim para o negócio como um todo, pois a atitude de um vendedor pode ser percebida como uma regra: o consumidor passa a acreditar que todos os vendedores daquela loja são “chatos”, que empurram produtos. Esta é uma fama que, obviamente, nenhuma loja gostaria de ter.

Philip Kotler, um dos principais nomes do marketing atual, afirma que um cliente satisfeito costuma contar sua experiência para três pessoas. Já um insatisfeito relata para onze pessoas. É preciso tomar muito cuidado para não deixar o cliente sair do estabelecimento com a sensação de que não tentaram ajudá-lo. Este é um perigo que reside principalmente no fato de que, ainda segundo Kotler, 95% dos clientes insatisfeitos não apresentam uma reclamação para a empresa. Eles simplesmente mudam de loja e nunca mais voltam.

Aqui é essencial entender a importância de um bom atendimento. As opções para o cliente hoje são muitas. Ele pode comprar com preços e condições parecidas nas lojas A, B e C, pode comprar através do e-commerce ou até mesmo procurar sites nos quais os consumidores vendem diretamente para outros consumidores. Uma loja conseguir ter um cliente fiel é algo difícil, as pessoas apresentam um comportamento mais previsível em relação à marcas, mas para elas tanto faz em que loja o produto foi comprado. A não ser que comprar neste determinado estabelecimento represente um certo valor (como requinte, liberdade, rebeldia etc), o peso do atendimento ao cliente para a fidelização do cliente será ainda maior.

Cada pessoa tem uma reação dentro das lojas. Existem aquelas que entram e já procuram a ajuda do vendedor, outras querem ouvir sua opinião sobre um produto mas não querem muita proximidade e existem ainda aquelas que compram praticamente sozinhas. Para quem trabalha com vendas, é difícil identificar qual o tipo de consumidor que acaba de entrar na sua loja, mas esta é uma análise essencial. É preciso entender quem é este consumidor e perceber qual o nível de atenção que ele considerará ideal.

Outro ponto importante é que hoje os clientes não chegam mais às lojas sem ter nenhuma informação. As pessoas hoje são conectadas, pesquisam antes de realizar suas compras, comparam preços, perguntam para os amigos sobre a qualidade da loja e da fabricante. É muito difícil alguém realizar uma compra sem saber nada sobre o produto antes de entrar na loja.

Aí entra a habilidade do vendedor: além do nível de atenção, ele precisa ficar atento também ao nível de informação que o consumidor tem sobre o produto. Ficar explicando as diversas qualidades de uma bicicleta para um ciclista profissional é diferente de explicar para uma mãe que quer presentear o seu filho. Mesmo se fosse um único modelo para as duas situações, o interesse de cada consumidor é mais atraído por esta ou aquela característica. Além disso, um cliente expert não quer ser tratado como amador e vice-versa. Quem trabalha com atendimento ao cliente precisa aprender a identificar se aquele consumidor tem pouca, média ou nenhuma informação sobre o produto que deseja comprar.

Pode acontecer de o cliente chegar à loja com alguma informação que o vendedor não conheça, como a disponibilidade de um determinado modelo ou uma promoção. A primeira reação de muitos é negar, pois o cliente não pode duvidar da credibilidade do seu vendedor. Esta é uma postura antiquada e antipática. É claro que nem sempre o consumidor vai estar com a razão, mas o profissional precisa ter humildade suficiente para ir até uma central de atendimento e conferir a informação do cliente. Não é errado não saber, o errado é não conferir.

Só quem já trabalhou com vendas sabe como é difícil chegar ao resultado ideal desta equação. O atendimento ao cliente envolve questões como nível de atenção, de conhecimento prévio do produto, simpatia e variedade de produtos. Muitas vezes as pessoas entram neste ramo sem ter uma experiência anterior significativa. Neste caso, um treinamento de qualidade pode ajudar a melhorar sua postura e atendimento. Os clientes não são mais como antigamente, mas um pouco de paciência e simpatia ainda são os melhores ingredientes para vendas bem-sucedidas.

* Ricardo Devai é diretor da élogos Brasil – empresa especializada em treinamento de colaboradores e reconhecida por aplicar metodologias inovadoras no processo de ensino-aprendizagem.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/qualidade/os-clientes-nao-sao-mais-os-mesmos-36613/

Exclusivo: Gestor Global de Produtos Estratégicos da Aspect, detalha suas soluções customizadas em Televendas e importância do Brasil para o resultado global da companhia


Como as soluções de Aspect podem maximizar as vendas e receita das companhias com incremento de inteligência e produtividade?

Ótima pergunta. Cada interação com o cliente é uma oportunidade. Nós somos capazes de compreender o valor do cliente, as preferências de comunicação e o desejo por produtos ou serviços oferecidos. A Aspect permite à empresa alinhar-se às suas estratégias de contato com os perfis dos clientes. Em primeiro lugar, nós somos capazes de entender como, quando e por que o cliente está nos contatando. Isso nos permite alinhar os melhores recursos e funcionários preparados às ações diretas com os clientes, direcionando para obtenção de êxito já na primeira interação sem que o cliente precise ligar mais tarde. Sempre estamos aprendendo mais com interações com os clientes, e nosso objetivo final é sempre chegar ao consumidor com todas as informações, novidades e promoções para ajudar a impulsionar a satisfação e fidelidade. Isso tudo equivale a clientes mais felizes que gastam mais e que são mais propensos a recomendar os serviços aos amigos.

A nuvem tornou-se uma importante consideração estratégica para empresas de todos os tipos e tamanhos. Como as soluções em nuvem estão impactando o contact center?

De diversas maneiras. Primeiro, a nuvem está simplificando a unificação dos canais de comunicação e, dessa maneira, as empresas podem oferecer mais serviços com maior qualidade aos clientes: voz, e-mail, web e mídia social. Um grande exemplo é o nosso produto Zipwire, que permite que clientes enviem fotos aos contact centers, enquanto estão na chamada, simplificando o processo de atendimento ao consumidor. Além disso, as implantações de nuvem são menos complexas, por isso as empresas são capazes de alavancar a tecnologia mais rapidamente e em menor escala.

A Aspect utiliza algum modelo de gestão do conhecimento internacional que possibilite ser praticado no mercado brasileiro?

Sempre que possível adaptamos nossos produtos para o mercado local, para que possamos tratar os usuários de forma exclusiva. Um exemplo é o nosso produto de análise de discurso, que suporta o Português do Brasil. Isso permite às empresas analisar automaticamente as interações com o consumidor e identificar os problemas ou oportunidades com os clientes, além de possibilitar a melhora do desempenho dos funcionários, garantir a conformidade com as leis locais e permitir um melhor processo de negócio.

Gostaríamos de saber alguns números da Aspect focados em Televendas no Brasil.

Alguns pontos relevantes sobre a Aspect no Brasil

• A Aspect está no mercado há mais de 10 anos apoiando a região com vendas, suporte, serviços destinados a parceiros locais.

• Existem mais de 55 mil postos de serviços ao consumidor que oferecem uma ou várias soluções da Aspect.

• As principais áreas atendidas pela Aspect no Brasil são: finanças (bancária), Cobranças e Telecom, embora muitas outras empresas fora desses setores se beneficiem com as soluções da Aspect.

• 40% da contribuição total da Aspect América Latina vem do Brasil

• A Aspect América Latina representa 12% da contribuição total global de negócios da Aspect

• O Brasil representa 5% da contribuição global

• No último ano, a Aspect ganhou o negócio de mais de seis grandes empresas que passaram a soluções da Aspect

• Aspect continua a solidificar a presença no Brasil, alinhando novos recursos locais e regionais com base na região.

• A Aspect foi premiada com o prêmio Frost and Sullivan no Brasil em 2013 e em 2014 com o XV Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Atendimento ao Cliente na categoria discador preditivo.

• Com forte presença no Brasil, a Aspect tem previsão de crescimento de 15% em face ao mesmo período.

• A Aspect foca na inovação e continua evoluindo o desenvolvimento de novos produtos voltados para auto-serviço, as soluções em nuvem, as soluções de atendimento ao cliente móvel, omni-channel, mídias sociais, soluções de back office e de Workforce Optimization.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/entrevista/exclusivo-gestor-global-de-produtos-estrategicos-da-aspect-detalha-suas-solucoes-customizadas-em-televendas-e-importancia-do-brasil-para-o-resultado-global-da-companhia-37229/

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Empresa inclui WhatsApp entre os canais de atendimento

Iniciativa visa atender mais de 60 mil clientes que acionam os canais de relacionamento da Whirlpool Latin America.


O atendimento por meio das redes sociais já é uma realidade e muitas empresas têm aderido o WhatsApp como uma ferramenta legítima de relacionamento com o consumidor. A Whirlpool Latin America, detentora das marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, está em fase de testes para viabilizar, ainda no mês neste mês, o agendamento via WhatsApp de visitas técnicas aos clientes dos Purificadores de Água Brastemp (que têm assinatura mensal do produto para manutenção a cada seis meses).

“As pessoas estão cada vez mais conectadas e é natural acompanharmos este movimento para que nossos clientes sejam atendidos com o máximo de comodidade e agilidade. Os consumidores poderão tirar dúvidas e fazer solicitações pelo WhatsApp da mesma forma que nos acessam por chat ou telefone”, afirma Renata Leão, gerente da área de Negócio Água da Whirlpool Latin America.

A Central de Atendimento via WhatsApp contará com uma equipe de atendimento dedicado e terá capacidade de responder até vinte consumidores simultaneamente. A estrutura visa atender aos mais de 60 mil clientes que acionam os canais de relacionamento dos Purificadores de Água Brastemp mensalmente.

Fonte:http://www.ipnews.com.br/telefoniaip/index.php?option=com_content&view=article&id=31489:empresa-inclui-whatsapp-entre-os-canais-de-atendimento&catid=25:casos-de-sucesso&Itemid=458

Quais são os principais KPIs relacionados a uma Operação de Cobrança? – Por Antônio Pavarina


Absenteísmo: representa o percentual de ausências sobre o total de agentes escalados para trabalhar no período. Altas taxas de absenteísmo tornam difícil a gestão eficiente das escalas no contact center, causando grande impacto na performance da operação. Afetam os níveis de serviço, taxa de abandono de chamada e média do tempo de resposta. O alto absenteísmo pode ser reflexo de gestão de RH e de baixos níveis de satisfação. Por isso, este indicador deve ter o acompanhamento também do setor de recursos humanos. Aliando ações de controle e gestão, é possível mapear os problemas e corrigir os erros. Quanto menor o absenteísmo, melhor.

Aderência à escala: a escala prevê a quantidade de agentes que precisam estar logados em um período de tempo, a ¬m de garantir os níveis de serviço desejados e também de evitar “gorduras”, ou seja, provendo uma equipe bem dimensionada. A aderência indica qual a percentagem desta previsão que está sendo cumprida. Quanto maior, melhor.

Agent Utilization: é um importante indicador de produtividade dos agentes, pois representa o percentual de tempo em que o agente está em atendimento (na chamada), dividido pelo total de horas trabalhadas. Quanto maior o percentual do Agent Utilization, menor o custo por chamada. No entanto, é válido saber que taxas extremamente altas de utilização dos agentes podem implicar em alto turnover, ou seja, é necessário avaliar o nível ideal de acordo com as características de cada operação.

É comum vermos uma confusão entre os indicadores Taxa de Ocupação e Agent Utilization. Eles são relacionados, porém diferentes. Veja o exemplo: os agentes podem estar todos logados e prontos para atendimento (alta taxa de ocupação), mas poucas chamadas realizadas (baixos índices de Agent Utilization). Quanto maior, melhor.

Agent Workload: Indicador importantíssimo em operações ativas. Indica o tempo médio em que o agente se dedica, em uma hora, a falar com os contatos do mailing. Quanto maior, melhor – a¬nálise, um operador fala com mais pessoas, sua produtividade é maior, assim como suas taxas de conversão.

Best Time to Call (BTC, “melhor horário para ligar”): indicação do melhor horário para realização de chamadas ativas. As ligações devem ser feitas na hora mais propícia para o cliente/consumidor atendê-las – fator representado pelo indicador BTC. É importante associar o BTC ao tipo de telefone cadastrado no mailing. Por exemplo: ao ligar para um telefone residencial, dar preferência para discagem em horário fora do expediente comercial – e a recíproca é verdadeira.

Chamadas Derivadas para Atendimento Personalizado: Indicador que apresenta a percentagem de clientes que utilizaram a URA, mas que não conseguiram ¬nalizar seu atendimento nela, ou seja, precisaram ser transferidos para uma agente. Este indicador está diretamente relacionado à e¬ficiência e à qualidade da URA, que depende de seu planejamento sob a luz do atendimento das necessidades do público-alvo, linguagem, lógica de navegação, entre outras características. Quanto menor, melhor. Índices altos neste indicador afetam diretamente os indicadores de Aderência e Forecast.

Chamadas por agente por hora: como o próprio nome descreve, aqui se mede o número de ligações realizadas pelo agente, dividido pelo número de horas em que ele esteve alocado naquela campanha. Nas operações ativas, quanto maior este KPI, melhor.

Consumo do mailing: o volume do mailing é a quantidade de contatos previstos para a serem contatados em uma campanha ativa. Acompanhar o consumo do mailing durante a realização da campanha (on sight) é importante para avaliar o desempenho e efi¬cácia da operação. Neste caso vale salientar que a qualidade do mailing, os horários de discagem e a qualidade da tecnologia que suporta a operação, entre outros fatores, interferem diretamente na taxa de consumo do mailing.

Contato com a Pessoa Certa (CPC): percentual, dentre as chamadas de uma campanha ativa (atendidas, ou seja, em que há uma pessoa em linha), no qual se conseguiu falar com a pessoa que é o objetivo da ligação. Quanto maior o CPC, melhor, pois maior a e¬ficácia da campanha. Custo por chamada: representa quanto custa uma ligação para o contact center. Seu cálculo é realizado dividindo-se o custo total pelo volume de chamadas da operação. É muito utilizado pelas centrais a ¬ais quais se acompanhar sua evolução ao longo do tempo e uma excelente maneira de avaliar a relação custo x benefício das operações. É também utilizado para comparar um contact center ou site com outro, para efeitos de benchmarking. No entanto, não há uma prática única no mercado. Atenção especial deve ser dada quanto às variáveis que compõem a estrutura do custo total. Em geral, considera-se custos de RH, telefonia, infraestrutura física e tecnologia do contact center.

Forecast: este é um indicador aplicado em dimensionamento de agentes. O Forecast é muito associado às operações receptivas, mas pode – e deve – ser aplicado também a operações ativas e blended. Neste caso, devem ser considerados dados como o tempo médio de atendimento e chamadas por agente por hora (com base no histórico) e também o tamanho do mailing para determinada campanha. Além disso, para um forecast mais acurado, é possível considerar, com base nos dados históricos, quais os dias da semana de melhor resultado e os horários que apresentam maiores taxa de conversão, e associá-los também ao skill dos agentes. De posse desses dados, as escalas podem ser elaboradas alocando uma equipe maior para dias e horários propensos a gerar melhores resultados para a campanha.

Forecasting Accuracy: O Forecasting Accuracy identi¬ca o grau de assertividade do Forecast. Ou seja, quanto mais próximo de 100%, maior será a assertividade do dimensionamento dos agentes necessários. Quanto maior, melhor.

Hold Time: é o tempo em que o cliente está em espera, colocado pelo agente, enquanto realiza determinada operação ou consulta. Quanto menor, melhor, pois se ganha em produtividade e em satisfação do cliente do outro lado da linha.

Live Calls: tipicamente utilizado em campanhas ativas com discagem preditiva. Representa a quantidade de ligações que o agente recebeu do discador preditivo (atendidas – cliente em linha) em uma hora. Quanto maior, melhor.

Montante de valores recuperados: indicador importantíssimo no segmento de cobrança. Muitos gestores consideram apenas este indicador na hora de mensurar resultados. Porém, ele depende da estratégia traçada no início da campanha, do Acordo de Nível de Serviço, da qualidade do mailing, da qualidade da tecnologia empregada, do estágio da cobrança, en¬m, de uma série de fatores que variam de campanha para campanha. Conhecer o montante é fundamental para avaliar, por exemplo, se o investimento feito no contact center é adequado, mas não deve ser o único fator a ser levado em conta. Se você quer mais informações sobre a área de recuperação de valores devidos,

Retenção na Unidade de Resposta Audível (URA): A retenção na URA representa o percentual de ligações que foram resolvidas por completo na URA, sem necessidade de repasse a um atendente.

Como o custo por chamada da URA é menor que do atendimento realizado pelos agentes, é interessante aprimorar o atendimento automático, investindo em melhores fluxos e em humanização de URA, auxiliando a aumentar o seu índice de retenção. Quanto maior, melhor.

Satisfação dos Agentes: além da contratante e do cliente, o agente é fator crítico de sucesso para a efi¬cácia do contact center. A aplicação de pesquisas de satisfação, o envolvimento do setor de Recursos Humanos, a adoção de práticas motivacionais auxiliarão na diminuição do turn over e na obtenção de melhores resultados. Quanto maior, melhor.

Satisfação dos Clientes: este indicador é um excelente balizador da qualidade do serviço prestado pelo contact center. Representa o percentual de clientes que estão satisfeitos ou muito satisfeitos com o atendimento. A de¬finição de um valor mínimo de satisfação aceitável depende do objetivo da central e do % do seu segmento de atuação. Atualmente, há inúmeras maneiras de medir o nível de satisfação dos clientes, tais como: questionários aplicados de forma automatizada pela URA, follow-up através de agentes, e-mails, SMS, dentre outros recursos. Quanto maior, melhor.

Talk Time: é o tempo de conversação do agente com o cliente em uma chamada, desde a saudação até o desligamento. Determinar se um Talk Time está apropriado varia muito de acordo com o tipo de operação, o objetivo da campanha e a complexidade do contato. Os gestores devem buscar aumentar esse tempo e otimizá-lo, de forma que seja utilizado de maneira assertiva pelos agentes. Isso pode ser obtido através de treinamento em abordagem. Os gestores devem acompanhar constantemente este indicador, detectar os valores fora do padrão e tomar ações de melhoria, como a rede¬finição do roteiro, identi-ficação da necessidade de redimensionamento da quantidade de PAs, adoção de discador mais e¬ficiente, etc. Quanto maior o Talk Time, melhor o desempenho da operação. Taxa de Abandono: é uma métrica muito utilizada no segmento de contact centers. Nas operações ativas, é comum vermos a utilização do indicador Taxa de Abandono aplicado à discagem preditiva.

Neste caso, representa o percentual de chamadas geradas pelo discador preditivo que foi atendido pelo cliente, mas encerrada pelo discador preditivo por não haver agente disponível para atendimento. Ou seja, o discador preditivo gera chamadas antes dos agentes estarem disponíveis, predizendo que, no momento em que o cliente atender a chamada, já haverá um agente livre para dar continuidade ao atendimento (é assim que o discador preditivo gera grandes ganhos em produtividade). No entanto, se não houver um agente para atender a chamada, então o discador comanda o encerramento da chamada – e ela entra no índice de Taxa de Abandono. Os custos de telefonia da operação. Leia mais em nosso post sobre como a Tecnologia gera economia: algoritmo preditivo e o custo de telefonia. Quanto menor este índice, melhor.

Taxa de Conversão: é um indicador fundamental para avaliar o sucesso de uma campanha ativa. No caso de uma operação de cobrança, por exemplo, ele aponta qual o percentual de cobranças realizadas com sucesso sobre o total de contatos efetuados. Quanto maior, melhor. Taxa de Ocupação: percentual que representa o tempo em que o agente está em atendimento ou pronto para um próximo atendimento (recebimento ou realização de chamada), dividido pelo total de horas trabalhadas (excluindo pausas). É uma medida indireta de produtividade: altas taxas de ocupação indicam que os agentes estão prontos ou em atendimento na maior parte do tempo. Também indica se as escalas dos agentes estão sendo bem gerenciadas: altas taxas de ocupação representam ambientes disciplinados. Quanto maior, melhor.

Tempo de Espera (Wait Time): Nas operações ativas, o Wait Time é associado à utilização de discadores preditivos e representa o tempo de espera do atendente por uma nova chamada. Um bom discador preditivo atua com baixos índices de Wait Time, contribuindo com ganhos de produtividade dos agentes e, consequentemente, maiores índices de Talk Time. Quanto menor o Wait Time, melhor.

Tempo de Pausas: tempos de afastamento do operador da PA, como treinamento, descanso obrigatório, etc. É importante acompanhar e gerenciar os tempos dos agentes de forma a evitar que a equipe se ausente num mesmo horário, prejudicando a operação.

Tempo de Pós-Atendimento (Wrap Time ou After Call Work): é o tempo gasto pelo agente após a fi¬nalização de um atendimento e até que inicie o próximo. É um tempo que faz parte da conclusão do atendimento realizado e, por isso, não pode ser considerado improdutivo. No entanto, deve ser gerenciado de acordo com a operação em questão. É importante que o gestor acompanhe este indicador, observando índices fora da média e orientando os agentes para que otimizem as ações realizadas após o atendimento. Também é possível contar com o suporte da tecnologia para parametrizar um tempo máximo de Wrap, agilizando o resultado das campanhas. Quanto menor, melhor. Tempo Médio de Atendimento –TMA (ou Average Handle Time – AHT): este é um dos principais indicadores monitorados pela gestão de contact centers. Representa o tempo médio de Talk + Wrap, ou seja, o tempo médio que os agentes dispendem falando com o cliente e fi¬nalizando o atendimento.

Serve de parâmetro tanto para avaliar a produtividade quanto para realizar o dimensionamento das equipes do contact center. É importante dizer que o TMA varia muito de acordo com o perfi¬l de cada campanha e seu público-alvo. Quanto menor, melhor.

Tempo Médio de Retenção na URA: Tempo médio de interação dos clientes com a URA. Este tempo é importante para acompanhar o dimensionamento de recursos de URA, tais como quantidade de canais, licenças de Text to Speech – TTS, licenças de Reconhecedor de Voz, etc e, até mesmo, gerenciar o script da URA, melhorando seus resultados.

Turnover: aponta a rotatividade dos operadores na central. Cabe destacar que, para muitas empresas, o turnover está internalizado, já que, no dia a dia delas, é natural perder colaboradores. Porém, essa rotatividade deve ser encarada como uma fonte de custos, visto que implica na realização de novas contratações, treinamentos, etc. Veja dicas para reduzir o turnover no nosso post sobre oassunto. Quanto menor, melhor.

De acordo com o segmento de atuação do contact center. No entanto, é importante salientar que os indicadores mais signi¬cativos e que devem ser monitorados, dependem do perfi¬l de cada campanha e dos objetivos da central.

As soluções tecnológicas atuais, desde sistemas de telefonia a discadores e URAs, por exemplo, são capazes de contribuir com ferramentas gerenciais completas (relatórios e gráfi-cos, online e históricos, de agentes e de campanhas, etc). No entanto, é preciso aplicar tais ferramentas gerenciais de acordo com o perfi¬l de cada operação, tirando proveito dessas informações para melhorar a gestão e os resultados do negócio.

As métricas contam a história da sua operação. É importante analisar o passado e acompanhar a performance atual de perto. Além de ter o histórico como balizador, considere também padrões de mercado de operações com perfis similares às suas. Lembre-se, ainda, de estar atento e respeitar a legislação vigente, que em muitos casos vem determinando novos parâmetros para contact centers.

É importante ter uma lista de KPIs de veri¬ficação obrigatória diária, semanal e mensal, e o suporte tecnológico para acompanhar o desempenho das campanhas e dos agentes, se possível online e com alertas quando um indicador estiver abaixo da meta.

Agora, além de medir, é importante gerenciar. Assim, com os KPIs relevantes ao seu negócio em mãos, conte com bons pro¬fissionais na gestão das suas operações. Saber quanto seus agentes tem atingido de TMA e quanto está seu Wait Time são importantes, mas qual o impacto da variação do TMA no último mês nos seus custos? Quais ações poderão e serão tomadas? O acompanhamento das métricas é fundamental para decisões proativas, pois sinalizam que ações necessárias. Lembre-se sempre: Acompanhe-os; Gerencie-os sob a luz dos seus objetivos de negócio.

Existem ferramentas ótimas de Business Inteligence como a TIBICO SPOTFIRE que aliada a um bom servidor de SQL pode fazer muitas consultas preparadas e rápidas On line através de internet, tablets e ou smatphones, mas lembre-se sempre que os dados da operação nunca devem estar no ambiente de produção e sim serem salvos em um Banco de dados apartado para que as consultas evitem derrubar sua central de atendimento e manter sua central a pleno vapor.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/mis/quais-sao-os-principais-kpis-relacionados-a-uma-operacao-de-cobranca-por-antonio-pavarina-33203/

Reclamações em redes sociais devem ir aos SACs

Procedimento é importante na eventualidade de uma ação judicial

O potencial multiplicador das redes sociais é bastante conhecido e temido pelas empresas, preocupadas com o risco de uma reclamação individual gerar uma corrente de queixas e atingir sua reputação. Pesquisa da consultoria Accenture indicou que os consumidores brasileiros usam mais este meio para expor insatisfação: 42% dos usuários já publicaram comentários negativos, ante uma média de 29% nos 32 países investigados. Mas mesmo o usuário que escolhe este canal para expor sua crítica deve formalizar a demanda nos serviços de atendimento de cada prestador, recomendam especialistas em direito do consumidor.

Para alguns clientes, a rede social é o destino inicial da crítica, mas a maioria recorre a elas depois de ter passado pelo serviço de atendimento ao consumidor (SAC). Em torno de 12% das reclamações vão primeiro para a internet, conta o diretor comercial da NeoAssist, Albert Deweik, empresa que desenvolveu uma plataforma de atendimento multicanal. Os demais recorrem à rede social quando o canal convencional não deu resultado.

O grande volume de informações nas redes sociais é um aliado e um problema, tanto para consumidores quanto empresas. Permite pesquisar a reputação de uma empresa ou prestador, mas pode diluir a crítica dentro do turbilhão de dados. “As empresas estão bem atentas e quase todas estão dando prioridade a estes canais”, diz Deweik. Uma função do software desenvolvido pela companhia é monitorar as demandas dos consumidores – o programa localiza a reclamação e permite saber se aquele cliente fez contato anterior com o atendimento. Seus principais usuários são empresas de comércio eletrônico. Por razões contratuais, a NeoAssist não divulga o número de reclamações localizadas nas redes.

Apesar de darem visibilidade a uma queixa, as redes sociais não devem ser o único canal utilizado, alertam especialistas. “Recomendamos que uma reclamação seja sempre formalizada no SAC, até mesmo o virtual”, observa o advogado da associação de consumidores Proteste David Passada. O procedimento é importante na eventualidade de uma ação judicial – as ligações para o SAC ficam gravadas, por exemplo, durante 90 dias – e também para alimentar os serviços públicos com informações sobre empresas e prestadores.

Ao fornecer dados aos órgãos públicos, isso permite a eles conhecer melhor cada setor e até mesmo aplicar sanções aos fornecedores que descumprem o código do consumidor, explica o advogado. Além disso, “a reclamação em rede social pode entrar no processo, mas não é um meio formal como o SAC, que é regulamentado pela legislação”, complementa Passada. Um ponto importante é tomar nota do atendimento: registrar o protocolo – no caso dos serviços que geram um número – o dia, horário e o tipo de reclamação. Ao mesmo tempo, a queixa nas redes sociais precisa observar alguns cuidados, acrescenta Passada. O consumidor nunca deve divulgar dados pessoais de maneira pública, como documentos ou endereço.

O levantamento da Accenture também mostrou que uma experiência negativa de consumo motiva substituição de fornecedores de maneira mais forte nos mercados emergentes (veja gráfico). Nestes países, 81% dos entrevistados fizeram a mudança, enquanto nos mercados considerados maduros o número cai para 54%. Mas 82% de todos os que migraram de provedor disseram que a troca poderia ser evitada por uma resposta diferente da empresa, como solucionar a questão no primeiro contato ou responder de forma proativa, entre outros pontos assinalados por 12 mil entrevistados.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/redes-sociais/reclamacoes-em-redes-sociais-devem-ir-aos-sacs-36452/

Como as soluções de nuvem impactam o Contact Center


Por: Maddy Hubbard

As tecnologias de nuvem estão inseridas em todos os aspectos do negócio, e o contact center não é exceção. De acordo com um novo infográfico e pesquisa do ICMI (International Customer Management Institute), em 2014, 30% dos contact centers têm orçamento para uma mudança para a tecnologia em nuvem. Isso não inclui os contact centers que já utilizam aplicações de contact center baseadas na nuvem.

Apesar das estatísticas sobre adoção e crescimento, muitas empresas ainda hesitam em tirar o contact center das suas instalações físicas. Outras empresas estão percebendo a vantagem competitiva significativa em colocar parte ou todo o call center na nuvem. Não se trata apenas de economizar dinheiro e evitar despesas de capital, a nuvem tornou-se uma importante consideração estratégica para empresas de todos os tipos e tamanhos.

Abaixo, quatro formas de como as soluções em nuvem estão impactando o contact center – e os resultados do negócio:

1. Acompanhando mudanças rápidas e melhorando a experiência do cliente.

As preferências de comunicação do consumidor continuam a evoluir e as expectativas de serviço rápido, prático e bem informado são mais altas do que nunca. Não é necessário ser uma grande empresa com um enorme departamento de TI e ampla infraestrutura para oferecer um ótimo atendimento ao cliente. Um estudo recente do Aberdeen Group descobriu que 45% dos entrevistados citaram a melhoria da experiência do cliente como o fator mais importante na escolha de uma implementação baseada em nuvem. Para começar, uma nuvem de contact center torna mais fácil a adoção de canais de interação como autosserviço ou assistida por agentes por meio de redes sociais, chat, SMS e internet móvel – dando acesso omni-channel a seus clientes a qualquer hora, em qualquer lugar. A nuvem também facilita significativamente o engajamento proativo outbound, tais como notificações, lembretes e pesquisas. Igualmente importante, uma nuvem de contact center prepara os representantes com ferramentas avançadas de desktop do agente e acesso simplificado e centralizado aos dados, para lidar de forma eficaz e rápida com as solicitações dos clientes.

2. Facilitando a adoção da tecnologia mais recente e a implementação de novos serviços mais rapidamente.

A nuvem fornece acesso imediato a novas funcionalidades disponíveis – sem atualizações caras e demoradas. Ela também permite a implementação de novas aplicações em dias, ao invés de semanas ou meses, libertando dos detalhes subjacentes para apostar na inovação. Finalmente, a nuvem dá acesso a sistemas modernos que facilitam significativamente as mudanças, tais como atualizações de anúncios da rede, menus de atendimento e encaminhamento, e proporciona a agilidade e desempenho necessários para aproveitar rapidamente as oportunidades, apoiar novas campanhas de marketing e entregar mensagens direcionadas sobre lançamentos de produtos e promoções.

3. Melhorando a recuperação em casos de desastres.

O Gartner estima que apenas 35% das pequenas e médias empresas tenham um plano abrangente de recuperação de desastres implementado. Em uma pesquisa de referência feita pelo Conselho de Preparação de Recuperação de Desastres, um em cada quatro entrevistados afirmou haver perdido a maior parte ou a totalidade de um datacenter por horas, ou mesmo dias, com perdas que variam de alguns milhares a milhões de dólares. O business case para a recuperação de desastres na nuvem é simples. Os provedores permitem o failover total das operações, e agentes de desktops e supervisores baseados na web permitem à sua equipe acessar o sistema a partir de qualquer lugar, mesmo se o seu site principal estiver inacessível. Muitos ainda oferecem 100% de garantia de uptime no SLA (Service Level Agreement). As mesmas estratégias podem ser usadas para gerar um failover instantâneo para suportar aumentos inesperados e sazonais no tráfego.

4. Melhorando a segurança e protegendo melhor os dados confidenciais de clientes.

Os provedores de nuvem oferecem tecnologias e conhecimentos avançados para proteger os sistemas e isolar e proteger os dados. Raramente, as pequenas e médias empresas têm pessoal dedicado a tecnologias de segurança, políticas e treinamento – e as empresas de todos os tamanhos sentem o impacto de custos e de recursos para se manterem em dia com as normas e certificações. Apenas a conformidade com o Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS) pode custar centenas de milhares de dólares. Todos nós já lemos nos jornais sobre histórias de roubo e perda de dados. Os provedores de nuvem podem ajudá-lo a evitar mais facilmente o roubo e a perda de dados.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/tecnologia-e-telecom/como-as-solucoes-de-nuvem-impactam-o-contact-center-36455/

URANET inaugura quinto site em São Paulo


Com investimentos em CFTV e controle de acesso, a quinta unidade dá foco às operações que exigem maior segurança nas informações

A URANET Projetos e Sistemas, especializada em soluções para contact center, inaugurou mais um site em São Paulo. A filial foi implementada na Rua Robert Bosch, 295, no bairro da Barra Funda, próximo ao metrô. Criada para atender ao crescimento da empresa, a nova unidade tem capacidade total para 680 Pontos de Atendimento (PAs) de Operadores, 16 PAs de Supervisão e 06 PAs de Coordenação.

A filial, que promete gerar um crescimento de 15% à empresa, foi projetada especialmente para operações que requerem maior segurança, como vendas de cartões de crédito, por exemplo. Por isso, a empresa investiu em catracas e controles de acesso aos andares por reconhecimento biométrico (finger Id), além do CFTV (circuito fechado de TV), facilitando o controle de quem pode acessar, onde (andares) e quando (horários), assim como o bloqueio imediato de forma centralizada ou local.

Atualmente, a URANET já conta com quatro unidades em São Paulo e estuda possibilidades de ampliação em outros Estados. Emprega cerca de 5.200 funcionários e atende a grandes clientes do setor de telecomunicações, financeiro, entre outros. A empresa registrou faturamento de R$ 129 milhões só no primeiro semestre de 2014, sendo uma alta de 38% em relação ao mesmo período de 2013, ano em que a URANET faturou cerca de R$ 240 milhões.

Para 2014, a expectativa é de um crescimento em torno de 25%, motivado, dentre outros fatores, pelo aumento do número de licenças da sua principal ferramenta de contact center, o IntergrALL. Desenvolvida internamente, ela é totalmente via WEB e grava 100% das ligações, com um front end amigável ao operador. Utilizando um Worflow ágil e poderoso, permite otimizar os processos e controles na gestão do contact center. A URANET já contabiliza cerca de 30.000 licenças disponibilizadas com hosting total do IntergrALL.

“A URANET busca estar sempre preparada para atender às demandas de seus clientes, tanto na parte de tecnologia como na parte física, para expansão de operações existentes ou de novas operações. Com isso, procuramos ter de 10% a 20% de nossa capacidade instalada pronta para absorver posições de crescimento dos clientes atuais ou de novos clientes. Essa foi a filosofia da implantação deste novo site, o que nos permite certa tranquilidade de expansão até o primeiro semestre de 2015”, afirma Andres Enrique Rueda Garcia, presidente da URANET.

SOBRE A URANET

A URANET Projetos e Sistemas é uma empresa 100% nacional especializada em soluções de relacionamento entre empresas e consumidores, cuja arquitetura de sistemas possibilita agilidade na operação, facilidade de ajustes, sem interrupção de serviços e total controle e monitoria dos processos de atendimento. A tecnologia utilizada pela URANET permite sua aplicação em inúmeras soluções, todas elas já consagradas como modelos ideais ou personalizadas e parametrizadas de acordo com as demandas do cliente. A flexibilidade é um diferencial da plataforma multifuncional da URANET. O gestor, ao fazer o monitoramento em tempo real, poderá demandar as adaptações necessárias à maximização dos resultados de sua campanha, obtendo o melhor retorno de seu produto. Fundada em 1991 por profissionais que desenvolveram sistemas de negociação da Bovespa e projetaram a infraestrutura tecnológica e negocial da BM&F, a URANET aposta na customização para atender às mais diversas demandas do mercado de contact center.

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/noticias/uranet-inaugura-quinto-site-em-sao-paulo-37032/

Principais falhas e oportunidades nos sistemas de localização de devedores


A falta de informações completas no momento de localizar pessoas em processo de recuperação de crédito pode ser considerada uma das principais falhas do sistema.

O mercado já conta com soluções para integrar os dados públicos da rede social às informações de uma plataforma online para facilitar a localização de pessoas devedoras, como mais um caminho de acesso ao consumidor, já que o número de pessoas interagindo na rede dobrou no ano passado. Esses aplicativos contam com um envio de uma mensagem inbox, que permite, por exemplo, localizar pessoas homônimas ou com nomes muito parecidos, sempre respeitando a privacidade do usuário. É apenas uma comunicação, não oficial, traçando uma linha mais direta para alcançar o devedor, e tudo isso com respaldo jurídico.

O mercado parece aprovar esse tipo de ferramenta, que traz, também, mais autonomia no processo de localização de pessoas e melhora no relacionamento com os clientes. As redes sociais, por sua vez, estão cada vez mais atuantes no mercado brasileiro.

Para quem quer qualidade na localização de devedores sem utilizar as redes sociais, a alternativa é utilizar uma interface online, onde o colaborador digita o nome e/ou o CPF de um determinado contato e, a partir desse dado, todas as demais informações necessárias, como telefone e endereço atualizados, são fornecidas em poucos segundos.

As informações são provenientes de diversas fontes, evitando que os operadores precisem fazer mais de uma busca para obter os dados que desejam.

Além da busca individualizada e online, a localização também é feita por lotes via arquivo eletrônico com centenas de contratos e, em até 48 horas, os dados completos são devolvidos.

Criando regras de localização através de estratégias customizadas para cada cliente, a chance da localização aumenta muito.

Conheça gratuitamente a ferramenta de atualização cadastral da Sistemas TH através do endereço: http://www.sistemasth.com.br/contato.php

Fonte:http://www.televendasecobranca.com.br/enriquecimento-de-dados-cadastrais/principais-falhas-e-oportunidades-nos-sistemas-de-localizacao-de-devedores-36466/